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MMariana AlbuquerquePsicóloga · CRP 00/123456

Terapia para Autoestima e Autocrítica

A forma como você fala consigo molda a forma como você vive. Vamos revisar essa conversa interna.

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Entendendo autoestima

Autoestima não é se achar perfeito — é conseguir se olhar com honestidade e, ainda assim, com respeito. Quando ela está fragilizada, tudo vira prova: um erro confirma que você 'não serve', um elogio parece engano, e a comparação com os outros nunca dá trégua. Essa voz crítica costuma ter história: onde você aprendeu a se tratar assim?

No trabalho terapêutico, investigamos a origem dessas crenças sobre si, testamos sua validade no presente e construímos, com prática deliberada, um padrão interno mais justo. Não é pensamento positivo — é justiça cognitiva: você passa a se avaliar com os mesmos critérios que usaria com alguém que ama.

Sinais de que é hora de olhar para isso

  • Autocrítica constante e dificuldade de aceitar elogios
  • Comparação frequente e sensação de inferioridade
  • Medo excessivo de errar ou decepcionar
  • Dificuldade de dizer não e de se posicionar
  • Necessidade de aprovação para se sentir bem
  • Sabotagem de oportunidades por 'não se achar capaz'
  • Vergonha do próprio corpo, história ou jeito de ser

Como a terapia ajuda

  • Mapeamos as crenças centrais sobre o seu valor e a origem delas

  • Treinamos a autocompaixão como habilidade prática, não como slogan

  • Fortalecemos assertividade: pedir, recusar e se posicionar

  • Construímos evidências reais de capacidade por meio de ações graduais

Quando buscar ajuda?

Se a autocrítica tem custado oportunidades, relações ou paz — ou se você percebe que trata todo mundo melhor do que trata a si — esse padrão pode e deve ser trabalhado.

Perguntas frequentes sobre autoestima

Não. A autoestima fragilizada está associada a maior risco de ansiedade, depressão e relações abusivas. É um fator central de saúde mental — e responde muito bem à psicoterapia.

Sim. As crenças sobre si foram aprendidas e podem ser revisadas em qualquer idade. O cérebro mantém plasticidade ao longo de toda a vida — o que muda é o método e a consistência do trabalho.

Depende da profundidade das crenças e da história de cada um. Mudanças perceptíveis costumam surgir nos primeiros meses; a consolidação é gradual e construída sessão a sessão.