Terapia para Autoestima e Autocrítica
A forma como você fala consigo molda a forma como você vive. Vamos revisar essa conversa interna.
Agendar primeira conversaEntendendo autoestima
Autoestima não é se achar perfeito — é conseguir se olhar com honestidade e, ainda assim, com respeito. Quando ela está fragilizada, tudo vira prova: um erro confirma que você 'não serve', um elogio parece engano, e a comparação com os outros nunca dá trégua. Essa voz crítica costuma ter história: onde você aprendeu a se tratar assim?
No trabalho terapêutico, investigamos a origem dessas crenças sobre si, testamos sua validade no presente e construímos, com prática deliberada, um padrão interno mais justo. Não é pensamento positivo — é justiça cognitiva: você passa a se avaliar com os mesmos critérios que usaria com alguém que ama.
Sinais de que é hora de olhar para isso
- Autocrítica constante e dificuldade de aceitar elogios
- Comparação frequente e sensação de inferioridade
- Medo excessivo de errar ou decepcionar
- Dificuldade de dizer não e de se posicionar
- Necessidade de aprovação para se sentir bem
- Sabotagem de oportunidades por 'não se achar capaz'
- Vergonha do próprio corpo, história ou jeito de ser
Como a terapia ajuda
Mapeamos as crenças centrais sobre o seu valor e a origem delas
Treinamos a autocompaixão como habilidade prática, não como slogan
Fortalecemos assertividade: pedir, recusar e se posicionar
Construímos evidências reais de capacidade por meio de ações graduais
Quando buscar ajuda?
Se a autocrítica tem custado oportunidades, relações ou paz — ou se você percebe que trata todo mundo melhor do que trata a si — esse padrão pode e deve ser trabalhado.
Perguntas frequentes sobre autoestima
Não. A autoestima fragilizada está associada a maior risco de ansiedade, depressão e relações abusivas. É um fator central de saúde mental — e responde muito bem à psicoterapia.
Sim. As crenças sobre si foram aprendidas e podem ser revisadas em qualquer idade. O cérebro mantém plasticidade ao longo de toda a vida — o que muda é o método e a consistência do trabalho.
Depende da profundidade das crenças e da história de cada um. Mudanças perceptíveis costumam surgir nos primeiros meses; a consolidação é gradual e construída sessão a sessão.